Até mais, Face!

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Quando decidi abandonar o Facebook por alguns dias, sabia que sentiria falta de algumas coisas. Saber como anda a vida dos meus amigos, por exemplo.

Porém, passados três dias sem logar, noto que os benefícios têm sido muito maiores. Meu estômago, que não suportou a onda de ódio e preconceitos e não aguenta mais o tal o pantoprazol, agradece!

Bike: primeiro leve/moderado

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Treino de ciclismo nunca foi moderado. Muito menos leve.

Das três modalidades, a bike, neste primeiro mês, foi a de maior dificuldade de adaptação.

Porém, nesta terça-feira, conclui meu primeiro treino leve/moderado, em que meu desgaste foi realmente leve/moderado, de acordo com a orientação da planilha.

\o/

Porcaria

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As pessoas acham normal jogar lixo pela janela do carro? #vápaputaquepariu

Funções

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Juiz julga, promotor acusa, policiais investigam e jornalista reporta.

Quando um assume a função do outro, a chance de dar merda é grande.

O mal do jornalismo

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O jornalismo padece.

Preguiça, pressa, erros gramaticais, ausência de conteúdo? Não.

O grande mal do jornalismo atual atende por outro nome: ego.

Colegas de profissão estão preocupados com o “eu”, deixando histórias e personagens em segundo, terceiro, ou até mesmo fora do plano da notícia.

A vaidade tem confundido a cabeça das pessoas, que se colocam na posição de personagens e desenham fábulas a fim de se promover.

Triste!

Sem rodeios

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Não sou fã de rodeios. Além do risco aos peões, tenho minhas convicções (leigas, é verdade) de que a cinta presa ao touro machuca – e não faz cócegas como defendem alguns veterinários.

Devo, então, criticar o esporte, crucificar peões e envolvidos?

Não, afinal, como carne quase todos os dias. A vaca, a galinha, o porco, criados em cativeiro, nada mais são do que mercadorias industrializadas para servir o homem.

Criticar aqueles que teoricamente maltratam os touros e, ao mesmo tempo, alimentar-se de animais. Hipocrisia, não?

Camarote?

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Existem camarotes particulares no Theatro Pedro II. Esta, pelo menos, foi a informação passada por funcionários do próprio teatro, neste domingo, minutos antes do espetáculo sobre o sambista Adoniran Barbosa.

Como é que um teatro público tem lugares particulares?

Quem são os donos destes camarotes?

Quanto essas pessoas pagam?

Como comprar um camarote?

Quem lucra com esses aluguéis?

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