Margaret Bergmann – Berlin’36

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O Esporte Espetacular encerrou o programa deste domingo com um belo VT. O repórter Guilherme Roseguini entrevistou a atleta judia Margaret Bergmann, recordista alemã do salto em altura selecionada e, posteriormente, cortada dos Jogos Olímpicos de Berlim-36 por Aldof Hitler.

A reportagem nasceu do filme “Berlin 36”, do diretor alemão Kasper Heidelbach, em cartaz na Alemanha e candidato a diversos prêmios mundo a fora.

A reportagem é fantástica. Porém, termino o post como ela desejou que terminasse a reportagem:

“Finais felizes anestesiam demais as pessoas e não é isso que eu desejo. Quero que minha biografia fique marcada como uma cicatriz. Uma eterna lembrança para que a intolerância e o terror jamais vençam novamente. No esporte ou em qualquer lugar”, Margaret Bergmann.

Por enquanto, fiquemos com a reportagem e o trailer do filme:

Reportagem: Esporte Espetacular

Trailer: Berlin’36

Esporte Espetacular: http://video.globo.com/Videos/Player/Esportes/0,,GIM1219831-7824-HISTORIA+DE+EXATLETA+JUDIA+VIRA+FILME,00.html

Globoesporte.com: http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Esporte_Espetacular/0,,MUL1504387-16321,00.html

O desatar dos nós, o descalçar os saltos

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Prestes a encerrar mais uma fase de nossas vidas, a universitária, é tempo de refletir.

Aproveitamos tudo aquilo que a faculdade nos oferece? Ou a faculdade ofereceu tudo aquilo que o mercado nos exige?

A grade curricular estava adequada às nossas necessidades? Ou nossas necessidades eram sol, sombra e água fresca?

Fiz bem ao trocar horas de estudos por horas de estágios, estágios por estudos?

Ao desatar o nó da gravata ou aliviar os pés do salto alto, passada a ressaca, cairemos em uma nova realidade: a corrida (ou maratona?) por uma vaga no mercado de trabalho. Bons e maus profissionais, empresas e empresas, jornalistas e jornalistas, publicitários e publicitários, amigos e amigos, egos e egos, caráter e caráter.

Cansaremos de escrever, reformular, imprimir e enviar nossos currículos de porta em porta, de e-mail em e-mail, no boca a boca, sem luxo, a quem não se lixa, e no lixo.

Estamos formados. Estamos formados? Sem tempo para mais reflexões…

Parabéns aos formandos em Comunicação Social 2006-2009!

É proibido

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É proibido chorar sem aprender,
Levantar-se um dia sem saber o que fazer
Ter medo de suas lembranças.

É proibido não rir dos problemas
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo,

Não transformar sonhos em realidade.
É proibido não demonstrar amor
Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.
É proibido deixar os amigos

Não tentar compreender o que viveram juntos
Chamá-los somente quando necessita deles.
É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,
Fingir que elas não te importam,

Ser gentil só para que se lembrem de você,
Esquecer aqueles que gostam de você.
É proibido não fazer as coisas por si mesmo,
Não crer em Deus e fazer seu destino,

Ter medo da vida e de seus compromissos,
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.
É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,

Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se desencontraram,
Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.
É proibido não tentar compreender as pessoas,
Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,

Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.
É proibido não criar sua história,
Deixar de dar graças a Deus por sua vida,

Não ter um momento para quem necessita de você,
Não compreender que o que a vida te dá, também te tira.
É proibido não buscar a felicidade,

Não viver sua vida com uma atitude positiva,
Não pensar que podemos ser melhores,
Não sentir que sem você este mundo não seria igual.

Pablo Neruda (Neftalí Ricardo Reyes Basoalto), foi um poeta chileno, um dos mais importantes poetas da língua castelhana do século XX, nascido em Parral (Chile) no dia 12 de Julho de 1904, Filho de José del Carmen Reyes Morales, operário ferroviário, e dona Rosa Basoalto Opazo, professora primária, morta quando Neruda tinha um mês de vida. Cônsul do Chile na Espanha (1934-1938) e no México, eleito senador em 1945, foi embaixador na França (1970). Suas poesias da primeira fase são inspiradas por uma angústia altamente romântica. Passou por uma fase surrealista. Tornou-se marxista e revolucionário, sendo, primeiramente, a voz angustiada da República Espanhola e, depois, das revoluções latino-americanas. Faleceu em Santiago (Chile) no dia 23 de Setembro de 1973.

Retrospectiva 2009

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Se perdeste a “Retrospectiva 2009” da Rede Globo, não deixe de assistir.

Michael Jackson, Obama, Zelaya, Berlusconi, Sarcozy, Ahmadinejad, Copenhagen. Lula, Dilma, Arruda, Sarney e Collor. Olimpíadas 2016, Usain Bolt, Tiger Woods, César Cielo, Ronaldo e Adriano. Enchente, chuva, seca e vendaval. Engarrafamento, trânsito e Lei Seca. Gripe Suína, dengue. Enfim, diversos assuntos bem resumidos no bom programa apresentado por Sérgio Chapelin.

Parte 1 – http://www.youtube.com/watch?v=3D4BLvrs5Xo

Parte 2 – http://www.youtube.com/watch?v=Iqgv9OynwXw

Parte 3 – http://www.youtube.com/watch?v=UjtWUfwkpMM

Parte 4 – http://www.youtube.com/watch?v=84lo_BOQWxI

Parte 5 – http://www.youtube.com/watch?v=ozM80H_RrdQ

Parte 6 – http://www.youtube.com/watch?v=vbNL5S17B_4

Parte 7 – http://www.youtube.com/watch?v=lVrmfZwXjoM

Parte 8 – http://www.youtube.com/watch?v=sd7JQ0yN6LU

Parte 9 – http://www.youtube.com/watch?v=dtc5W3nWMsg

Parte 10 – http://www.youtube.com/watch?v=FX7wRvZ_tfc

O que é o diploma pra você?

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diploma
Futuros jornalistas deveriam valorizar os quatro anos de graduação. Uns disseram, no calor da decisão do STF, que jogariam o diploma fora.

A Fuvest divulgou a relação candidato/vaga para o vestibular deste ano. Jornalismo é a 7º carreira mais concorrida (32,35/vaga). Mesmo sem a ‘exigência’, estudantes optaram pelo curso. Estes, provavelmente, pensam na aprendizagem.

Com ou sem diploma, o mercado pede bons profissionais e, a meu ver, a graduação contempla tal necessidade. Há quem veja o diploma como um pedaço de papel. Há quem veja como conhecimento.

P.S. (1) Sem graduação, dificilmente uma pessoa será contratada para trabalhar em uma redação. Temos exceções, claro. A Folha, um dos principais jornais do país, seleciona graduados de outros cursos (de jornalismo também) e ensina as noções básicas do jornalismo.

P.S. (2) Publicitários não precisam de diploma e ocupam a 3º colocação (39,82/vaga), atrás apenas de Oficial da PM (45,80/vaga) e Medicina (41,78).

Confira os demais cursos em:
http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL1330082-5604,00-CONFIRA+AS+CARREIRAS+MAIS+CONCORRIDAS+NO+VESTIBULAR+DA+FUVEST.html

“E”ducação

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burrolendo
A faculdade está preocupada conosco! Preparou aulas especiais, revisões e simulados – este último, se bem feito, garante pontos extras no TCC.

Sou obrigado a fazer Enade? Entendi.

Bonde do Capeta, por Júlio Chiavenato

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Uma gangue de meninas que agride colegas de escola por serem bonitas e inteligentes. Copiei o texto do colunista Júlio Chiavenato do Jornal A Cidade.

Perdemos o Bonde

A “evolução humana” nunca foi tão rápida. Atos impensáveis há poucos anos hoje são comuns. O mal uso da tecnologia afeta o comportamento: antes de se assumir como ser o homem degrada-se ao não racionalizar a pressão do “progresso”.

Bonde do Capeta: adolescentes que agridem meninas loiras e boas alunas. Para entrar no bando as meninas precisam “tirar sangue” de uma vítima. Preferem bater na rua, pois podem usar pedras como armas. Comunicam-se pelo Orkut, essa baboseira de crianças e adultos que contribui para o fim da privacidade. Já não há um conceito de privacidade no Brasil informatizado: é o passo inicial para perder a decência.

Meninas semianalfabetas, que mal rabiscam o nome, sabem lidar com o computador e criar uma página no Orkut. Nunca leram um livro, mas trocam mensagens pelos “torpedos”. O que dizem no Orkut e nos torpedos? Pais menos descuidados sabem: não só as bobaginhas próprias da idade, mas a truculência que vai do comportamento violento, próximo da criminalidade, ao sexo precoce.

Só um distraído não saberia que seria assim. A disparidade entre informação e formação, oferta e capacidade de consumo, facilidade do prazer e incompetência para gozá-lo, que vai da inexperiência, desestruturação familiar, educacional e social, até a cooptação pelas drogas, desemboca na desorientação que abala o ser. Meninas que seriam anjos inocentes transformam-se em potenciais transgressoras. E não vai parar aí, as coisas “evoluem”.

Especialistas falam e falam. A mídia continua oferecendo tudo o que não pode dar. Em troca, crianças, pobres e ricos, burros e espertos, reagem com a cobiça exacerbando o comportamento. O que fazer?

Fonte: http://www.jornalacidade.com.br/blog/julio-chiavenato

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