TremDiferente dos brasileiros, os italianos não têm problemas com o transporte público. Ônibus, metrôs e trens (municipais e intermunicipais) cobrem toda a área urbana turística do país e facilitam a vida dos moradores – e, consequemente, dos mochileiros que vão para conhecer as principais cidades.

Se você está pensando em conhecer a Itália, existe a opção do aluguel de carro, mas não a recomendo. As autoestradas são boas, conservadas e bem sinalizadas, mas os gastos* são maiores se comparados com os dos trens.

Além do veículo (Fiat Punto $55 dólares/dia), existem taxas como seguro ($24 euros/dia), estacionamento ($20 euros/dia), pedágio e combustível. De Milão a Veneza (270 km), por exemplo, foram $20 euros de combustível e $20 euros de pedágio. Por causa de um acidente, foram três horas de viagem.

Usando o trem, de Firenze a Pisa (80 km), são $7 euros de passagem, e aproximadamente 1h15min. De Firenze a Roma (280 km), a passagem mais barata custa $22 euros – tem a opção do Frecciarossa, uma espécie de trem-bala, que sai por $55 euros – faz o percurso em aproximadamente 2h.

Dentro das cidades, esqueça o carro (tema do próximo post). Em todas elas, sem exceção, a melhor opção é a caminhada e, em alguns casos, o ônibus/metrô/trem. Atenção! Em Firenze (e em outras cidades) existe uma zona restrita, onde o tráfego de carros é proibido – há risco de multas.

* os valores são aproximados, variando de acordo com o carro alugado (tamanho, consumo, etc).

Ferrari

“Deixando” a Ferrari ultrapassar na autoestrada

Anúncios