O que pensam os pais de uma criança que ouvem o filho chegando em casa, cantando a seguinte música: “Sou foda, na cama te esculacho… Na sala ou no quarto…”?!
O que pensaria o compositor desta aberração se a própria filha chegasse em casa, cantando a mesma música (segue mais um trecho): “Mas não se esqueça que eu sou vagabundo depois que a putaria começou rolar no mundo…”?!
O que pensa o dono de uma rádio que autoriza a veiculação deste tipo de música (só mais um pouquinho): “Eu sou sinistro, melhor que seu marido. Esculacho seu amigo, na cama eu sou um perigo”?!
Será que “a juventude mudou” e “os tempos são outros”?!
Parafraseando a própria música, liberdade de expressão é liberdade de expressão, bom senso é bom senso, censura é censura e música é música.
É grave, doutor?!
PS. Neste post a palavra música pode ser interpretada de diversas formas – inclusive quando a “música” não é música.





set 24, 2011 @ 13:22:59
É muito grave! Mas aí censura ou qualquer de ”isolamento do péssimo gosto” não teria efeito. Se os sujeitos tivessem uma educação minimamente decente, com acesso à cultura, duvido que pensariam em escrever estas atrocidades.
Passar bem!