O que pensam os pais de uma criança que ouvem o filho chegando em casa, cantando a seguinte música: “Sou foda, na cama te esculacho… Na sala ou no quarto…”?!

O que pensaria o compositor desta aberração se a própria filha chegasse em casa, cantando a mesma música (segue mais um trecho): “Mas não se esqueça que eu sou vagabundo depois que a putaria começou rolar no mundo…”?!

O que pensa o dono de uma rádio que autoriza a veiculação deste tipo de música (só mais um pouquinho): “Eu sou sinistro, melhor que seu marido. Esculacho seu amigo, na cama eu sou um perigo”?!

Será que “a juventude mudou” e “os tempos são outros”?!

Parafraseando a própria música, liberdade de expressão é liberdade de expressão, bom senso é bom senso, censura é censura e música é música.

É grave, doutor?!

PS. Neste post a palavra música pode ser interpretada de diversas formas – inclusive quando a “música” não é música.